terça-feira, outubro 19, 2010

Como a Luz Entra no Olho



Em inglês. O processo da visão é como a camara escura (a seguir).

segunda-feira, outubro 18, 2010

Miguel Verissimo

Miguel Veríssimo

- Formou-se em arquitectura em 1993 pela FAUTL
- Trabalha desde 1994 no cruzamento entre arquitectura, energia e ecologia, não deixando desde então de adquirir e criar conhecimento nessas áreas.
- Em 1999 cria o atelier Armadilha Solar - arquitectura, energia e ecologia. A Armadilha Solar tem um percurso inovador na execução de projectos de arquitectura sustentável, consultadoria e certificação da sustentabilidade e execução de auditorias e certificações energéticas.
- Vence em 2007 com a Jee - Janela Eco-Eficiente o prestigiado Prémio de Inovação BES, na área da Energia; uma tecnologia patenteada e desenvolvida em parceria com o Departamento de Física das Construções da Universidade do Minho.
- É professor convidado da Universidade do Minho
- Entre outros trabalhos, termina actualmente o Planeamento Estratégico para a Eco-eficiência duma grande empresa de CCOP, e desenvolve o projecto Ecossistema - Sistema da Casa, um modulo habitacional auto-sustentável. Ambos em parceria com a U.Minho


Miguel Verissimo ATENÇÃO, UM TEMA FUNDAMENTAL.

Em 2005, num ciclo de palestras sobre "Arquitectura e Ecologia",
levantei a questão que: - Em pouco tempo, a "Ciência da Casa" do
Grego Oykos Logos ou ecologia, seria retirada do seu contexto epistemológico para entrar no senso comum e no âmbito religioso.

Referindo então que, a ecologia não deveria ser vista como contraponto à economia (Gestão da Casa), mas como áreas complementares; alertei para o facto da ecologia moderna ter nascido somente em finais do sec.XIX, sendo um dos ramos mais recentes e complexos da ciência.

Não há por isso, a meu ver, fundamentos suficientemente sólidos para se retirar a ecologia, da ética e cultura cientificas e dos âmbitos técnico e tecnológico, confrontando-a já com as exigentes idiossincrasias duma qualquer ideologia politica. Principalmente se estas apregoarem soluções “milagrosas” para um mundo em crise, à procura de uma nova ideia para homem/natureza.

Não quer dizer que a mistura entre ecologia e religião em Marina Silva - a candidata VERDE às eleições Brasileiras, seja a evidencia do aproveitamento ideológico que falei. Mas, não deixa de ser sintomático e obrigar ao crescimento rápido na sociedade dum espírito critico tecnicamente fundamentado, e não só, uma mera vontade de preencher à pressa o vazio deixado pela morte das ideologias modernas e pós-modernas.

Outro “Tea Party” perigosamente populista a manter debaixo de olho...

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